A China prometeu lutar até o fim na guerra comercial e tomou medidas para sustentar seus mercados. O BC chinês afrouxou o controle sobre o yuan em sinal de tolerância à desvalorização da moeda e um grupo de fundos vinculados ao Estado comprou ações. Segundo a Bloomberg Economics, a China deve redirecionar a maior parte das exportações para substituir os mercados que pode perder nos EUA. Para Ken Griffin, fundador da empresa de investimento Citadel, as tarifas são um enorme erro de política e representam um imposto pesado para a classe média. E os títulos do tesouro americano enfrentam o aumento da concorrência como porto seguro, o que pode enfraquecer a demanda estrangeira pela dívida do país. Com a queda dos rendimentos, os títulos europeus e japoneses se tornam alternativas mais interessantes aos investidores que buscam proteger a exposição ao dólar. Com Patricia Xavier.

Lula e Flávio estão empatados com 48% em cenário de segundo turno, mostra AtlasIntel; Daniel Carvalho conta sobre os desafios de Lula e do PT no nordeste; Peter Millard traz os planos da BP no Brasil; OpenAI adia novo modelo por falhas de segurança
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Lula tem 46% e Flávio 44% em segundo turno, segundo BTG Pactual/Nexus; Governo prorroga medidas para conter alta dos combustíveis, compra dívidas de famílias e proíbe bets no país; Petróleo avança com falta de acordo entre Irã e EUA sobre Ormuz
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Datafolha mostra Lula com 47% e Flávio Bolsonaro com 45% em eventual 2º turno; Lula deve assinar medidas para proibir apostas online e renegociar dívidas; Martha Beck fala sobre a aproximação entre Flávio e Roberto Campos Neto; Mariana Durao fala sobre os planos da Petrobras na Braskem; Treasuries se estabilizam após forte liquidação de dois dias
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