Os mercados globais operam em clima mais positivo depois que Donald Trump descartou o uso de força militar para assumir o controle da Groenlândia e recuou em aplicar tarifas à Europa, ao citar planos para um acordo. Os futuros de índices em Nova York e as bolsas europeias operam em alta com a leitura de que as tensões geopolíticas e comerciais perderam força. De São Paulo, Barbara Nascimento fala sobre o forte rali dos ativos brasileiros nesta quarta-feira, com alta de mais de 3% da bolsa e queda de 1% do dólar. O Fed finalmente recebe hoje os dados outubro e novembro de seu indicador preferido de inflação, o núcleo do deflator de preços de consumo pessoal. A inflação cheia e a subjacente devem subir na comparação anual, mas os números mensais podem indicar que o repasse de tarifas está perdendo força, segundo a Bloomberg Economics. Com Patricia Xavier e produção de Gabriel Diniz Tavares.

Flávio Bolsonaro reduz vantagem de Lula em eventual 2º turno, diz pesquisa AtlasIntel; Donald Trump segue para Davos, e secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, reforça posição do presidente sobre a Groenlândia; Netflix cai no pré-mercado, futuros se recuperam em NY após tombo da véspera e Ibovespa tem fechamento recorde
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Donald Trump insiste em plano para assumir controle da Groenlândia e levará tema a Davos, elevando tensão com Europa; futuros das bolsas em NY retornam do feriado em queda; Banco do Brasil aprova payout de 30% para 2026; Rachel Gamarski fala sobre o plano da JHSF para operar voos comerciais em aeroporto privado em São Paulo
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Futuros das bolsas recuam em Nova York, e ouro renova recorde com ameaças de Donald Trump a países contrários aos seus planos na Groenlândia; Daniel Carvalho conta os detalhes da assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia; Irmãos Batista miram retomada de projeto de petróleo na Venezuela
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