Para fintar Ventura e a sua moção de censura, Montenegro voltou a usar o truque da cartola de onde saíram os habituais dois coelhos alimentados pela cajadada orçamental que vale cerca de 800 milhões de euros. Duas prendas de Natal, para contribuintes e pensionistas, marcaram um debate de uma moção que o Chega votou sozinho.
A semana teve várias más notícias, mas nenhuma pesa tanto no futuro colectivo como os resultados do PISA 2025. Recuar 20 anos encontra justificação na pandemia, mas também nas políticas públicas de educação e, como diz o ex-ministro João Costa, no Expresso, é preciso assumir responsabilidades sem fazer “análises facilitistas.”
Da Alemanha chegou o sério aviso de que a extrema-direita continua com um grande potencial de crescimento, até num país onde era suposto a memória viver para lá dos 100 anos e onde não passaram quatro décadas desde que caiu o muro que separava uma democracia de uma ditadura.
Está com o Bloco Central, uma conversa entre Pedro Siza Vieira e Pedro Marques Lopes, com moderação de Paulo Baldaia e sonoplastia de Gustavo Carvalho. O genérico deste podcast é uma música original de Manuel Siza Vieira.

Pedro Marques Lopes: “Fernando Alexandre é o grande reformador de coisa nenhuma”
1:04:05

Pedro Siza Vieira pergunta: “Estão todos bêbados?”
1:02:53

Pedro Marques Lopes: “Luís Neves deu desculpas mal amanhadas”
1:09:20