Neste episódio sobre memória colectiva e trauma histórico, Miguel Góis, José Diogo Quintela e Ricardo Araújo Pereira reflectem sobre palavras muito feias que não se devem dizer, regozijam-se com o mapeamento do clitóris, celebram as proezas de um chimpanzé, e recordam a obra do Avô Cantigas. No fim, recuperam uma rábula sobre um senhor cujo filho é uma jóia de moço.

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