Ana Vidigal, pintora portuguesa com um longo e sólido percurso nas artes visuais tanto em Portugal como fora, explora, neste episódio de As Mulheres Não Existem, a sua infância dourada e, depois, o acordar que se deu quando o pai foi chamado para a Guerra Colonial. A artista assume-se como ladra: rouba títulos, ideias, conceitos, e isso é orgânico a toda a arte. Neste episódio, Ana Vidigal faz uma retrospetiva dos últimos 40 anos, numa conversa franca e, como seria de esperar, muito feminina.

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