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Beatriz Angélica estava em uma extensão de seu lar: o colégio onde ela estudava desde o início da sua vida estudantil. Era uma conceituada escola particular de Petrolina, interior de Pernambuco, onde, inclusive, o pai era professor, os irmãos também estudavam, e onde ela conhecia cada cantinho do estabelecimento.
Aquele era um local que ela amava estar, e se sentia completamente segura. Então, quem poderia imaginar que, durante uma noite de celebração de graduação do ensino médio, num evento que contava com mais de mil pessoas, essa pequena menina, de apenas 7 anos na época, poderia ser raptada, esfaqueada mais de 40 vezes e deixada em uma das salas do próprio colégio?
Quem tinha feito isso? Qual daquelas pessoas que estavam ali teria cometido tal barbaridade?
Eram muitos suspeitos, e demorou meses até que a polícia conseguisse identificar, através de centenas de horas de gravações (tanto das câmeras de segurança da escola quanto de aparelhos dos próprios convidados), que o responsável pelo crime era uma pessoa de fora do evento. Alguém que entrou sem que ninguém percebesse, cometeu o crime e saiu do mesmo jeito que chegou: sem ser notado.
Hoje, vocês irão conhecer o triste caso de Beatriz Angélica Mota.

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