Foi descoberto que uma rede de extrema-direita, com ligações a elementos das forças de segurança, planeava vários ataques a políticos, incluindo ao primeiro-ministro Luís Montenegro. Pedro Delgado Alves sublinha que “estes movimentos são bastante perigosos” e apela a que não se confunda crispação parlamentar com violência organizada. José Eduardo Martins avisa que “isto parece quase um movimento dos camisas castanhas” e que não é possível ignorar as ligações do Chega a estes círculos. No pacote laboral, o partido de André Ventura abre caminho à aprovação da reforma do Governo, mas os comentadores concordam que o líder do Chega “tem uma viola muito pequenina num saco muito grande”. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 18 de junho.
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“A vandalização do gabinete de André Ventura é o episódio mais grave da nossa democracia desde o cerco à Constituinte”
24:31

Sobre quem recaem as suspeitas de vandalismo no gabinete do Chega?
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Faz sentido uma Comissão de Inquérito à gestão de Luís Neves enquanto diretor da PJ?
21:00