A ministra da saúde rejeita pedidos de demissão, garante que não acaba com os médicos tarefeiros mas quer regular o sistema, reconhece dificuldades nas listas de espera sobretudo na cardiologia e na oncologia e diz não ver uma crise no INEM. O país está demasiado dependente dos médicos tarefeiros, como diz a ministra, ou este modelo é hoje indispensável para manter o SNS a funcionar? Como avalia a pressão no setor da saúde?