A proposta apresentada esta semana prevê vigilância e acesso a todas as comunicações de texto, áudio ou vídeo no âmbito do combate ao abuso de menores e pornografia infatil. Vai ser um big brother? O jornalista André Maia analisou a proposta e falou com vários especialistas europeus. Bruxelas vai obrigar a escolher entre “privacidade” e a “segurança das crianças”.