Já há muito que se adivinhava a saída, mas porque foi preciso passar uma “linha vermelha” como afirmou o primeiro-ministro? E porque é que António Costa “drena” ministros até ao limite? Costa admite não ter pressa em substituir a ministra da saúde. O que é que isso nos pode dizer sobre o perfil procurado? E porque é que Costa se esforçou tanto por transmitir um sentimento de normalidade no governo após uma demissão abrupta? São questões que colocamos a Rita Tavares, jornalista de política do Observador.

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