Nem a Rússia nem a Ucrânia rejeitam, à partida, o plano de paz proposto por Pequim. Mas a China, que tem sido aliada de Moscovo, terá condições para mediar o conflito? Jorge Tavares da Silva, analista em assuntos chineses e professor da Universidade da Beira Interior, contextualiza a proposta chinesa para resolver uma guerra que dura há já um ano. Uma proposta em doze pontos onde Pequim assume posições ambíguas mas que, para já, deixam tudo em aberto. Isto apesar de a Rússia já ter avisado que considera que a guerra não vai acabar tão cedo.

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