Ensaio que escrevi para a revista do Expresso, publicado a 12 de junho. Nele, proponho duas ideias centrais para explicar o crescimento do populismo de direita radical nas democracias, incluindo em Portugal: i) dificilmente haveria esta onda populista -- pelo menos com esta força e de forma tão transversal às democracias -- sem a revolução provocada pelas novas plataformas digitais e consequente a "crise de autoridade" das instituições; e ii) as elites políticas, mediáticas e culturais ainda não estão perceber esta alteração e a adaptar-se a esta mudança.

Pedro Conceição (parte 2): Impacto da IA no trabalho: automação ou complementaridade?
34:59

Pedro Conceição (parte 1): Para lá do PIB: como se mede o desenvolvimento de um país?
47:41

Ao vivo no PodFest: Lei da Paridade, Consulta Aberta e O Tal Podcast
39:16